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Embora o garimpo possa ser considerado uma atividade de subsistência, há muitos anos ele se distanciou daquela figura alegórica de uma pessoa trabalhando isoladamente, utilizando uma bateia para separar eventuais pepitas de sedimento no leito de um rio
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Hoje, os garimpos são empreendimentos de porte significativo, utilizando equipamentos como bombas e dragas, retroescavadeiras, peneiras vibratórias, dentre outros. Isso requer o aporte de recursos financeiros e a utilização de muitas pessoa
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Segundo estudo publicado pela revista Nature e desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Pará, pelo menos 77% dos garimpos, há três anos, mostravam sinais explícitos de ilegalidade, situação essa que não deve ter sido alterada substancialmente
Reuters/Bruno Kelly
Como o garimpo ilegal é um empreendimento que exige recursos financeiros, não raro esse tipo de atividade é associado ao narcotráfico na região amazônica. O garimpo é uma forma de o narcotráfico obter recursos adicionais para financiar suas operações
Daniel Beltrá/ Greenpeace/ Divulgação
Não raro, os garimpos ilegais se instalam em áreas indígenas, subjugando a população e gerando conflitos pela posse da terra. Há vários relatos de conflitos desse tipo, como em áreas onde vivem os Kayapos, Mundurukus e Yanomamis, segundo o trabalho publicado na Nature
Chico Batata / Greenpeace
Medidas têm sido tomadas para coibir o mercado de ouro ilegal, como a obrigatoriedade da Nota Fiscal Eletrônica, o fim da presunção de boa-fé nas transações, rastreabilidade obrigatória de origem, maior rigor na compra de ouro por instituições financeiras, dentre outras
Polícia Federal/Divulgação
O relatório “Ouro em Choque: Medidas que Abalaram o Mercado”, do Instituto Escolhas, revela que isso resultou em uma queda de 84% na produção de ouro em garimpos da Amazônia entre janeiro e julho de 2024
Vinícius Mendonça/Ibama
Segundo o relatório, o Pará foi o estado mais impactado, com redução de 98% na produção, e as exportações nacionais caíram 35% no período
Vinícius Mendonça/Ibama