Passista veterana defende famosas no samba: “Espaço para todo mundo”

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Com mais de 50 anos dedicados ao samba no pé, Aldione Senna se consagra como uma das maiores passistas na história do Carnaval do Rio de Janeiro

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Aos 69 anos, a carioca trilhou a própria trajetória quebrando barreiras territoriais para se consolidar como uma das principais referências da arte bamba

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Em conversa com a CNN, Aldione faz um balanço da evolução no segmento, considerando seu primeiro desfile na Marquês de Sapucaí aos dias mais atuais

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Muita coisa mudou. Tudo, na verdade.  As coisas evoluíram,  o Carnaval passou por uma série de mudanças

Aldione Senna

Na minha arte também  se mudou muito. Agora, as passistas trazem mais samba no pé, mais coreografia, se tornaram verdadeiras bailarinas do samba e isso é muito gostoso de se ver. Acho que é uma transformação positiva, desde que não seja exagerada

Aldione Senna

Embora a temporada carnavalesca traga uma série de críticas diante da presença de musas e destaque famosos que não se criaram no berço do samba, Aldione defende a ideia de que há espaço para todo mundo

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É para isso que estamos aqui, para ensaiar  e ensinar. O samba  é diversidade. Antigamente não podia isso ou aquilo. Mas se a gente perceber bem, já tem algum tempo que vemos artistas que não tem o samba no pé desfilando

Aldione Senna

Acho que as pessoas estão crucificando muito e o que me deixa mais triste é que é sempre uma mulher criticando a outra, diminuindo a outra. Eu acho que, se quer fazer um comentário, que faça assim: ‘Poxa, está fraco no samba, mas vai aprender’

Aldione Senna

É uma questão de se dedicar, de ter força de vontade e coragem. Só é preciso entender que não, elas não irão se tornar passistas, mas podem ocupar espaços com graciosidade, charme e elegância

Aldione Senna

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