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Um estudo internacional analisou dados de mais de 5 milhões de pessoas em 29 países e identificou 697 variações genéticas associadas à depressão
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Cerca de 300 dessas variações nunca haviam sido registradas, e um terço das descobertas só foi possível com a inclusão de populações geneticamente miscigenadas, como a brasileira
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A pesquisa destaca a importância da diversidade genética nos estudos para tornar os tratamentos mais eficazes para diferentes grupos étnicos
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As variações genéticas encontradas estão ligadas a regiões cerebrais responsáveis pelas emoções, o que pode levar a novas abordagens terapêuticas
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Alguns medicamentos já usados para dor crônica e distúrbios do sono podem ser reaproveitados para tratar a depressão, embora mais testes sejam necessários
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O estudo é um avanço na psiquiatria genética, ajudando a reduzir desigualdades científicas e abrindo caminho para novos tratamentos mais inclusivos e eficazes
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