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Um estudo brasileiro, publicado no periódico científico International Journal of Gastronomy and Food Science, mostra que manjericão e orégano ajudam a reduzir a formação de compostos que estão por trás de processos inflamatórios capazes de prejudicar as artérias
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“Eles são bastante utilizados Brasil afora e essa popularidade foi um dos fatores para a escolha [de estudá-los]”, diz a engenheira de alimentos Vanessa Sales de Oliveira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
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Os efeitos protetores da dupla foram avaliados durante a preparação de omelete – outro alimento comum em todos os cantos no país. Foram testadas duas formas de preparo: uma de omelete feita em frigideira antiaderente, sem uso de óleo, e a outra em uma fritadeira a ar, a air fryer
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Quando os ovos passam por aquecimento, o calor dispara processos oxidativos que alteram a composição das gorduras. “Essas reações contribuem para a formação dos chamados produtos de oxidação do colesterol (COPs)”, comenta Tatiana Saldanha, professora da UFRRJ
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Embora as duas ervas tenham mostrado bons efeitos no combate a essa oxidação, observou-se que o orégano foi mais eficaz durante o preparo na air fryer. Por trás dessa atuação está uma soma de compostos com propriedades antioxidantes, que neutralizam os radicais livres
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As ervas no dia a dia Para a nutricionista Gabriela Mieko, do Espaço Einstein de Reabilitação e Esporte, do Hospital Israelita Albert Einstein, o estudo reforça a importância da utilização de temperos naturais
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Ambos os temperos são encontrados frescos ou desidratados. No estudo, aliás, foram usadas as versões frescas e orgânicas. “Mas, para quem não tem acesso, há bons produtos disponíveis no mercado”, comenta Saldanha
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